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Artigo sobre a Biografia Humana
Como foi escrito o livro sobre a Atlântida
Nostradamus Merece Crédito
Artigo sobre a Biografia Humana
Como foi escrito o livro sobre a Atlântida
Nostradamus Merece Crédito
Artigo sobre a Biografia Humana
Este é um conhecimento antigo e o livro
do autor procura fazer uma pesquisa profunda dos setênios da vida humana:
períodos de sete anos, que como podem ser descortinados no livro são muito cheios
de detalhes que o autor lentamente pesquisou e reuniu ao longo de muitos anos.
Uma das primeiras menções da biografia
humana foi a história dos Avatares de Visnu, como as pessoas eram analfabetas
esta história era um método mnemônico de manter esse conhecimento. Atribuindo
um avatar da Divindade para cada grupo de sete anos é um conto que vai de rudes
animais como uma tartaruga a sublimes personalidades como Rama mostrando a
evolução de uma criança com rudes e instintivos conhecimentos até um ancião com experiência, sabedoria. No livro a história e o nome de cada um e sua
associação fundamental com aquele determinado setênio.
A sabedoria antiga diz que o que está
em cima é similar ao que esta em baixo, por isso o título a Astrologia e a Biografia Humana, pois esta
analogia é sempre enfatizada por todos que estudam o assunto. No livro os
diversos planetas são ligados a cada período. Assim, pode-se conhecer a
correlação de cada um com a vida.
O maior estudo da nossa época foi um
pequeno folheto escrito pelo famoso médico Rudolf Steiner, mas foi escrito nos
anos 1930 quando os conhecimentos astronômicos, científicos eram muito menores.
Além disso a vida média era muito menor raríssimas pessoas atingiam 100 anos. Este
livro pretende introduzir esses conhecimentos e ampliar os estudos que paravam
nos 60 anos, agora avançam até 105 anos.
Como foi escrito o livro sobre a Atlântida
Quando o autor ainda era criança teve
oportunidade de assistir o filme de George Pal sobre a Atlântida um povo que
teria uma tecnologia avançada para sua época, mas que por movimentos sísmicos
teve uma destruição total e a não ser por alguns poucos sobreviventes não pode
contar sua história.
Já crescido tomei contato com os livros
de Platão: Timeu e Critias que contém um relato de pessoa que conheceu um
desses sobreviventes. Os livros de Platão são considerados como verdades por
alguns, outros alegam que são fantasias. Quem acredita serem verdadeiros
lembram que Platão era uma pessoa sábia e crível.
O que diz a Ciência: que o grande
tamanho deduzido da leitura; não pode ser pois o solo local é dos mais recentes
e a Islândia, os Açores, o arquipélago da Madeira são afloramentos deste solo:
vulcânico e instável que produz uma temperatura amena na Islândia que pela
latitude, devia ser algo como a Groelândia. Portanto era feito de ilhas e não
terras continuas. A destruição de Pompeia em terra firme fornece elementos de
como poderia ter sido a destruição de pequenas comunidades encarapinhadas em
cima de ilhas.
Por ouro lado esta constante prontidão,
essa luta constante com a natureza pode ter endurecido possíveis habitantes e
desenvolvido sua criatividade na luta com elementos.
Os homens mesmos tiveram uma evolução
acentuada apenas depois de 1700 ou seja em menos de 350 anos se atingiu um
grande desenvolvimento, imagine-se um povo sempre de prontidão. Os habitantes
da Madeira costumam cozinhar seus alimentos em gêiseres e fumos superaquecidos!
Há livros como a Utopia de Thomas Mórus,
A Cidade do Sol de Thomazo Campanella, Atlantis: The Antediluvian World1
de Ignatius Donelli.
Portanto, o autor compartilha do grupo
que vê a existência da Atlântida como uma possibilidade real! No seu livro
partindo que sobreviventes se estabeleceram no Egito e construíram a
civilização da IV dinastia e depois disso o Egito entrou numa decadência apenas
amenizada pela era de Ramsés e termina sendo parte do império Romano acompanhando
de muito perto sua decadência ao ponto de não mais entender sua escrita antiga.
Esse livro portanto, se baseia no que a ciência
poderia dizer de tecnologias ali desenvolvidas.
__________________
1
a tradução seria Atlântida – O mundo antediluviano
Nostradamus
Merece Crédito
Muitos estudam Nostradamus e uma
pesquisa pelo Google indica centenas de sites. Contudo, a maioria desses sites
não merece crédito algum, pois muitos baseiam-se na leitura de alguns poucos
livros em geral escritos por autores equivocados, que se baseiam em
preconceitos e preconcepções e na melhor das hipóteses vai ter um material de
segunda mão.
Esses em geral se tornam partidários de
uma dessas ideias que correm por aí e a matizam em cores próprias
acreditando-se originais, mas no fundo são bastante fieis à opinião básica.
Infelizmente nesse caso prevalecem as concepções catastrofistas aonde acontecem
guerras e mais guerras de longa duração e extensa abrangência. Nelas são lugar
comum as invasões de vários países patrocinadas por tiranos horripilantes. Ora as
guerras hoje são rápidas com veículos de alta mobilidade, durando semanas no
máximo meses e altamente localizadas. Os maiores tiranos atuais acabam num
buraco fétido como aconteceu com Hitler, Saddan Hussein e Osama Bin Laden
caçados por todos. Outros, porém já mais compenetrados, com vontade de acertar
e sérios não conseguem atinar com o óbvio:
Na sua edição em 1557 Nostradamus faz
publicar uma gravura na capa de seu livro. Nela o sábio encontra-se sentado
escrevendo um livro, presumivelmente As Centúrias. No recinto há outros livros,
há também uma esfera armilar. Finalmente
em uma janela aberta pode-se ver o Sol e a Lua ao mesmo tempo.
A presença do Sol e da Lua juntos é o
distintivo do alquimista da idade média e os mais importantes tratados como O Mutus
Liber, O Breviário de Nicolas Flamel e outros livros similares de alquimia em
algum lugar apresentam essa composição. Portanto, desdenhar que Nostradamus era
alquimista e que muitas quadras de seus escritos continham símbolos alquímicos
removeria muitos “estudiosos”. Principalmente os comentaristas da atual “onda”,
que engloba aqueles que vendo ser quase impossível entender os vaticínios,
reputam que as quadras refletem qualquer coisa que se queira.
Pois bem, esta falta de entender o que
Nostradamus era de fato e muito menos o que significa seu livro criou ideias
falsas na mente das pessoas, pois a maioria dos equivocados previa guerras e
apocalipses no ano 2000. Como nada disso se verificou quem pagou pelos erros
foi Nostradamus. Uma injustiça, pois Nostradamus sempre foi sério e nunca
escreveu essas bobagens.
Artigo originalmente publicado no Jornal
" O Aprendiz" nº 31

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